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Reforma Tributária do Consumo

Em implementação

A reforma já começou. Sua empresa precisa de um plano, não de mais ruído.

Traduzimos CBS, IBS e a transição até 2033 em decisões claras para proteger margem, crédito, caixa e operação.

Conteúdo revisado em , com base em fontes oficiais.

Primeiro, o mapa

Não é uma troca de siglas. É uma mudança na lógica do consumo.

O sistema caminha para um IVA dual: uma parte federal e outra compartilhada por estados e municípios, com crédito mais amplo e tributação no destino.

Modelo atual
PISCofinsICMSISSIPI*
Novo modelo
CBSIBSIS
CBSPIS + Cofins

Contribuição sobre Bens e Serviços

Tributo federal que substitui PIS e Cofins a partir de 2027.

IBSICMS + ISS

Imposto sobre Bens e Serviços

Tributo de estados e municípios que substitui ICMS e ISS de forma gradual.

ISNova incidência seletiva

Imposto Seletivo

Tributo federal sobre bens e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.

* O IPI terá as alíquotas reduzidas a zero em 2027, salvo exceções relacionadas a produtos também industrializados na Zona Franca de Manaus.

Onde estamos agora

2026 é o ensaio geral. E o ensaio já mexe na operação.

O ano-teste usa alíquota total de 1% — 0,9% de CBS e 0,1% de IBS. Quando as obrigações acessórias aplicáveis são cumpridas, a legislação prevê dispensa do recolhimento de teste.

O ponto não é o 1%. É descobrir agora onde cadastro, nota, sistema e regra não fecham.

Sinais que já pedem atençãoOperação 2026
  • Destaque de CBS e IBS nos documentos fiscais conforme regras e cronogramas aplicáveis
  • Novos códigos, classificações e leiautes nos sistemas de emissão
  • Testes de integração entre fiscal, contabilidade, ERP e documentos eletrônicos
  • Regulamentos e cronogramas ainda evoluindo durante a implementação

A história da transição

A reforma não acontece em uma madrugada. Ela avança em quatro capítulos.

O calendário longo reduz o choque, mas cria anos de convivência entre regras. Quanto antes a empresa formar sua base de dados e seu critério, menor o custo de cada etapa.

  1. Agora2026

    Ano-teste e adaptação

    CBS de 0,9% e IBS de 0,1% entram no ambiente de teste. O foco está em documentos fiscais, leiautes, cadastros, sistemas e conformidade.

  2. 2027–28

    Primeira virada

    PIS e Cofins são extintos, a CBS passa a valer, o Imposto Seletivo entra em vigor e o IPI é reduzido a zero, salvo exceções ligadas à Zona Franca de Manaus.

  3. 2029–32

    Convivência dos modelos

    O IBS cresce gradualmente enquanto ICMS e ISS são reduzidos. Será preciso operar a transição sem perder controle de crédito, preço e margem.

  4. 2033

    Novo modelo completo

    ICMS e ISS são extintos e o IBS passa a vigorar integralmente junto da CBS.

O efeito dominó

Uma classificação errada no começo pode aparecer como margem perdida no fim.

A reforma conecta áreas que muitas empresas ainda tratam separadamente. É por isso que a preparação precisa seguir a cadeia completa.

  1. 01

    Cadastro

    Produto, serviço, NCM, NBS, benefício e tratamento fiscal precisam conversar entre si.

  2. 02

    Documento fiscal

    Os novos campos de CBS e IBS exigem leiautes, regras e validações corretas na emissão.

  3. 03

    Crédito

    A nova lógica de não cumulatividade muda a leitura da cadeia de compras e vendas.

  4. 04

    Preço e margem

    Carga efetiva, apropriação de créditos e setor podem alterar competitividade e rentabilidade.

  5. 05

    Caixa

    Momento de recolhimento, contratos e fluxo financeiro precisam ser simulados antes da decisão.

Como a contabilidade ajuda

Contabilidade que apenas registra o passado chega tarde para a reforma.

A contabilidade estratégica transforma norma em cenário, cenário em decisão e decisão em rotina. O objetivo não é entregar uma pilha de siglas — é mostrar o que fazer, em qual ordem e com qual impacto.

  1. 01

    Entender a operação

    Mapeamos o que a empresa compra, vende, contrata, fatura e aproveita como crédito — sem análise genérica.

  2. 02

    Simular o impacto

    Comparamos cenários de carga, crédito, preço, margem e caixa para enxergar onde a transição toca o resultado.

  3. 03

    Preparar a virada

    Organizamos cadastros, documentos, processos, contratos e responsabilidades junto às áreas e aos sistemas.

  4. 04

    Acompanhar a regra

    Monitoramos regulamentações e cronogramas para atualizar a operação conforme as exigências ganham forma.

O que muda na prática

Mais clareza sobre o impacto. Mais tempo para proteger o resultado.

  • Visão clara de como CBS e IBS tocam a sua operação
  • Cenários de carga, crédito, preço, margem e caixa
  • Prioridades e responsáveis para a adaptação
  • Acompanhamento contábil conforme a regra evolui
Plano de preparação5 frentes
  • 01Mapear operações, produtos, serviços e regimes aplicáveis
  • 02Validar campos e regras dos documentos fiscais eletrônicos
  • 03Simular carga, créditos, preço, margem e efeito no caixa
  • 04Revisar contratos que atravessam os anos da transição
  • 05Definir responsáveis, prazos e uma rotina de monitoramento
Construir meu plano de adaptação

FAQ

Reforma Tributária sem juridiquês

Respostas diretas sobre o que muda, quando agir e como preparar sua empresa para a transição.

Quer entender o impacto no seu negócio? Fale conosco
O que muda, de verdade, para a minha empresa?

A reforma vai além da troca de tributos. Ela pode alterar documentos fiscais, cadastros, apropriação de créditos, formação de preços, contratos, escolha de fornecedores, margem e fluxo de caixa. O impacto exato depende de como sua empresa compra, vende e participa da cadeia.

Minha empresa vai pagar mais imposto?

Não existe uma resposta única. O efeito depende do setor, do regime, da cadeia de fornecedores e clientes, da capacidade de apropriar créditos e da formação de preços. Por isso, a decisão segura começa por uma simulação baseada nas operações reais da empresa.

Se 2026 é um ano-teste, posso esperar?

Esperar aumenta o risco operacional. Em 2026, a adaptação já alcança documentos fiscais, campos de CBS e IBS, sistemas, cadastros e obrigações acessórias. O recolhimento de teste pode ser dispensado quando as exigências aplicáveis são cumpridas, mas a preparação não é opcional.

A reforma afeta empresas do Simples Nacional?

Sim, ainda que a forma e a intensidade variem. Mesmo quando o recolhimento permanece no regime simplificado, a empresa está inserida em cadeias de compra e venda nas quais crédito, documento fiscal, preço e escolha de fornecedores podem mudar. A análise deve considerar o papel do negócio nessa cadeia.

O sistema da empresa resolve toda a adaptação?

O sistema executa regras; ele não define sozinho qual regra se aplica a cada operação. A adaptação exige integração entre contabilidade, fiscal, tecnologia, comercial, compras, jurídico e financeiro. Sem critério tributário, apenas preencher novos campos não protege margem nem reduz risco.

O que minha empresa deveria fazer primeiro?

Comece por um diagnóstico da operação atual: produtos e serviços, documentos fiscais, cadastros, regime tributário, créditos, contratos e sistemas. A partir desse mapa, é possível priorizar riscos, simular impactos e construir um cronograma de adaptação com responsáveis claros.

Como funciona o diagnóstico da Reforma Tributária?

Analisamos a operação real da empresa, identificamos onde CBS e IBS afetam processos e resultado, simulamos cenários e organizamos um plano de ação. A entrega não é uma explicação genérica da lei, mas uma visão objetiva do que precisa ser decidido, adaptado e acompanhado.

Equipe Emiliano Borges no escritório. Na parede: Muito mais que contabilidade. Somos parceiros de performance.

Próximo passo

Quem entende o impacto antes ganha tempo para proteger o resultado.

Vamos transformar as regras da reforma em um plano claro para a sua operação — com prioridades, cenários e acompanhamento contábil estratégico.

Fontes oficiais consultadas

Conteúdo informativo, atualizado em agosto de 2026. A aplicação das regras depende do enquadramento e das operações de cada empresa.

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