Contribuição sobre Bens e Serviços
Tributo federal que substitui PIS e Cofins a partir de 2027.
Reforma Tributária do Consumo
Em implementaçãoTraduzimos CBS, IBS e a transição até 2033 em decisões claras para proteger margem, crédito, caixa e operação.
Conteúdo revisado em , com base em fontes oficiais.
Primeiro, o mapa
O sistema caminha para um IVA dual: uma parte federal e outra compartilhada por estados e municípios, com crédito mais amplo e tributação no destino.
Tributo federal que substitui PIS e Cofins a partir de 2027.
Tributo de estados e municípios que substitui ICMS e ISS de forma gradual.
Tributo federal sobre bens e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.
* O IPI terá as alíquotas reduzidas a zero em 2027, salvo exceções relacionadas a produtos também industrializados na Zona Franca de Manaus.
Onde estamos agora
O ano-teste usa alíquota total de 1% — 0,9% de CBS e 0,1% de IBS. Quando as obrigações acessórias aplicáveis são cumpridas, a legislação prevê dispensa do recolhimento de teste.
O ponto não é o 1%. É descobrir agora onde cadastro, nota, sistema e regra não fecham.
A história da transição
O calendário longo reduz o choque, mas cria anos de convivência entre regras. Quanto antes a empresa formar sua base de dados e seu critério, menor o custo de cada etapa.
CBS de 0,9% e IBS de 0,1% entram no ambiente de teste. O foco está em documentos fiscais, leiautes, cadastros, sistemas e conformidade.
PIS e Cofins são extintos, a CBS passa a valer, o Imposto Seletivo entra em vigor e o IPI é reduzido a zero, salvo exceções ligadas à Zona Franca de Manaus.
O IBS cresce gradualmente enquanto ICMS e ISS são reduzidos. Será preciso operar a transição sem perder controle de crédito, preço e margem.
ICMS e ISS são extintos e o IBS passa a vigorar integralmente junto da CBS.
O efeito dominó
A reforma conecta áreas que muitas empresas ainda tratam separadamente. É por isso que a preparação precisa seguir a cadeia completa.
Produto, serviço, NCM, NBS, benefício e tratamento fiscal precisam conversar entre si.
Os novos campos de CBS e IBS exigem leiautes, regras e validações corretas na emissão.
A nova lógica de não cumulatividade muda a leitura da cadeia de compras e vendas.
Carga efetiva, apropriação de créditos e setor podem alterar competitividade e rentabilidade.
Momento de recolhimento, contratos e fluxo financeiro precisam ser simulados antes da decisão.
Como a contabilidade ajuda
A contabilidade estratégica transforma norma em cenário, cenário em decisão e decisão em rotina. O objetivo não é entregar uma pilha de siglas — é mostrar o que fazer, em qual ordem e com qual impacto.
Mapeamos o que a empresa compra, vende, contrata, fatura e aproveita como crédito — sem análise genérica.
Comparamos cenários de carga, crédito, preço, margem e caixa para enxergar onde a transição toca o resultado.
Organizamos cadastros, documentos, processos, contratos e responsabilidades junto às áreas e aos sistemas.
Monitoramos regulamentações e cronogramas para atualizar a operação conforme as exigências ganham forma.
O que muda na prática
FAQ
Respostas diretas sobre o que muda, quando agir e como preparar sua empresa para a transição.
Quer entender o impacto no seu negócio? Fale conoscoA reforma vai além da troca de tributos. Ela pode alterar documentos fiscais, cadastros, apropriação de créditos, formação de preços, contratos, escolha de fornecedores, margem e fluxo de caixa. O impacto exato depende de como sua empresa compra, vende e participa da cadeia.
Não existe uma resposta única. O efeito depende do setor, do regime, da cadeia de fornecedores e clientes, da capacidade de apropriar créditos e da formação de preços. Por isso, a decisão segura começa por uma simulação baseada nas operações reais da empresa.
Esperar aumenta o risco operacional. Em 2026, a adaptação já alcança documentos fiscais, campos de CBS e IBS, sistemas, cadastros e obrigações acessórias. O recolhimento de teste pode ser dispensado quando as exigências aplicáveis são cumpridas, mas a preparação não é opcional.
Sim, ainda que a forma e a intensidade variem. Mesmo quando o recolhimento permanece no regime simplificado, a empresa está inserida em cadeias de compra e venda nas quais crédito, documento fiscal, preço e escolha de fornecedores podem mudar. A análise deve considerar o papel do negócio nessa cadeia.
O sistema executa regras; ele não define sozinho qual regra se aplica a cada operação. A adaptação exige integração entre contabilidade, fiscal, tecnologia, comercial, compras, jurídico e financeiro. Sem critério tributário, apenas preencher novos campos não protege margem nem reduz risco.
Comece por um diagnóstico da operação atual: produtos e serviços, documentos fiscais, cadastros, regime tributário, créditos, contratos e sistemas. A partir desse mapa, é possível priorizar riscos, simular impactos e construir um cronograma de adaptação com responsáveis claros.
Analisamos a operação real da empresa, identificamos onde CBS e IBS afetam processos e resultado, simulamos cenários e organizamos um plano de ação. A entrega não é uma explicação genérica da lei, mas uma visão objetiva do que precisa ser decidido, adaptado e acompanhado.

Próximo passo
Vamos transformar as regras da reforma em um plano claro para a sua operação — com prioridades, cenários e acompanhamento contábil estratégico.
Fontes oficiais consultadas
Conteúdo informativo, atualizado em agosto de 2026. A aplicação das regras depende do enquadramento e das operações de cada empresa.
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